
O relógio nas mãos prega, em meu peito sinto pulsando toda a agonia de mais um dia neste mundo de escuridão. Pelas minhas narinas corre o cheiro de minha própria morte, imprimida no céu cinzento de domingo. Eu me mato, tomo minha vida...
Em meu último lamento eu percebo, que eu sempre fui o nada que temia me tornar a ser.
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