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segunda-feira, 5 de abril de 2010

Reativando teste

terça-feira, 29 de setembro de 2009

O Declínio

Estes olhos que choravam torrentes de lágrimas,

O sentimento de admiração lentamente foi embora
O amor que os encarnados, esta serenidade falsa
Não foi mais trágico do que a minha ilusão
A chamada para além do véu, dos pomares de membros
Espirais e suavemente violentas, onde os pensamentos nascem
Você possui a resposta para tudo!
Uma alma em declínio, que é o preço da vida
Para que eu virei para você, finalmente sozinho






"Quem está distante sempre nos causa maior impressão"

Charles Chaplin

Porque conhecer é decepcionar-se

domingo, 13 de setembro de 2009



Chore Por Meu Nome (Bloodbath)



Você verá

Meu inferno queimante
E não há maneira
Nos seus sonhos mais selvagens
Que você possa dizer não

Eu sufoco a sua alma
E dreno você do seu sangue de vida
A escuridão respirante aqui
O fará desaparecer
Não há volta

Eu roubo sua alma
E cavo um buraco
Bem aonde seu coração costumava ficar
Eu o vejo morrer
Eu o ouço chorar
Isso preenche a minha alma com tanto deleite

Você está perdido
Você está entrando num mundo morto
Pra onde quer que vire
Você verá seu espírito queimar
Sua vida acabou

Aqui nos domínios da morte
Onde até mesmo as sombras morrem
Eu sou o todo poderoso
Você vai chorar o meu nome
E quando você procurar por perdão
Você verá que não existe deus
E por toda eternidade
Você chorará o meu nome

Você
Chore agora

Agora é hora de retornar
Ao mundo lá em cima
E convidá-lo para queimar

Ah, aqueles que procuro
São indefesos e frágeis
Logo seus corações serão queimados como o seu.

sexta-feira, 11 de setembro de 2009

VERSOS ÍNTIMOS

Vês?! Ninguém assistiu ao formidável
Enterro de tua última quimera.
Somente a Ingratidão - esta pantera -
Foi tua companheira inseparável!

Acostuma-te a lama que te espera!
O Homem que, nesta terra miserável,
Mora entre feras, sente inevitável
Necessidade de também ser fera

Toma um fósforo, acende teu cigarro!
O beijo, amigo, é a véspera do escarro.
A mão que afaga é a mesma que apedreja.

Se a alguém causa ainda pena a tua chaga
Apedreja essa mão vil que te afaga.
Escarra nessa boca de que beija!

(Augusto dos Anjos)



Senha

Eu aguento até rigores
Eu não tenho pena dos traídos
Eu hospedo infratores e banidos
Eu respeito conveniências
Eu não ligo pra conchavos
Eu suporto aparências
Eu não gosto de maus tratos

Mas o que eu não gosto é do bom gosto
Eu não gosto de bom senso
Eu não gosto dos bons modos
Não gosto

Eu aguento até os modernos
E seus segundos cadernos
Eu aguento até os caretas
E suas verdades perfeitas

Eu aguento até os estetas
Eu não julgo competência
Eu não ligo pra etiqueta
Eu aplaudo rebeldias
Eu respeito tiranias
E compreendo piedades
Eu não condeno mentiras
Eu não condeno vaidades

O que eu não gosto é do bom gosto
Eu não gosto de bom senso
Não, não gosto dos bons modos
Não gosto

Eu gosto dos que têm fome
Dos que morrem de vontade
Dos que secam de desejo
Dos que ardem





Conhecer é decepcionar-se

quarta-feira, 9 de setembro de 2009




Demônio da Perdiçao


A maldade tomou conta de mim
Com seu laço diabólico e inconsequente
Meus olhos queimam em chamas negras
E o terror cega minha mente
Sinto meu sangue ferver em um mar de tristeza
Sinto meu corpo a flutuar
Pedirei a meu Senhor que me torne imortal
Para que toda minha especie eu possa dominar
Minha primeira guerra sera contra mim mesmo
E minha vitória sera contra todos ao meu redor
Pois quem me amou antes temerá meu desejo
De ressussitar as trevas e sentar em vosso altar